Gerador de JWT
Monte o header e as claims, informe o secret e copie um token JWT assinado com HS256, HS384 ou HS512. Serve para testar login, perfis de acesso e expiração sem depender do provedor de identidade.
Gerador para testes. Use um secret de homologação ou o aleatório gerado aqui, nunca o secret de produção. A assinatura é feita no seu navegador e nada é enviado para servidor.
Algoritmo
HMAC com SHA-256, SHA-384 ou SHA-512. Quem valida o token precisa do mesmo secret.
Perfil de teste
O alg do header acompanha o algoritmo escolhido.
Adicionar claim
Token gerado
O token aparece aqui assim que o header, o payload e o secret estiverem válidos.
Recebeu um token e quer ver o que tem dentro dele?
Como usar o Gerador de JWT?
Monte as claims
Escolha um perfil de teste ou edite o JSON do payload. Os atalhos adicionam exp relativo, iat, jti e outras claims comuns.
Informe o secret
Use o mesmo secret configurado no backend de teste ou gere um aleatório com o tamanho certo para o algoritmo.
Veja o token
O token é assinado a cada alteração, sem botão. O resumo mostra quando ele expira.
Copie e teste
Copie o token ou o header Authorization pronto e use no Postman, no curl ou no teste automatizado.
Para que gerar um JWT de teste
Nem sempre dá para logar no provedor de identidade a cada cenário de teste. Com um token gerado aqui, você testa a API com o perfil que quiser, inclusive casos difíceis de reproduzir, como um token já expirado ou sem uma role. Funciona quando o backend de teste valida o token com um secret HMAC que você conhece.
Cenários que valem um token de teste
- Admin e usuário comum com o mesmo sub, para conferir se a rota bloqueia quem não tem a role
- Token expirado, para garantir que a API responde 401 e que o front pede um novo token
- Token com nbf no futuro, para testar a recusa de um token que ainda não vale
- Token sem a claim roles ou com scope incompleto, para testar a resposta 403
- Token com aud de outra API, para confirmar que a API não aceita token alheio
- Assinatura com outro secret, para confirmar que a API recusa token adulterado
HS256, RS256 e ES256: qual é a diferença
HS256 usa um secret compartilhado: o mesmo valor assina e verifica, então quem valida também consegue emitir tokens. RS256 usa um par de chaves RSA: o provedor assina com a chave privada e as APIs verificam com a pública, que pode ser divulgada. ES256 faz o mesmo com curvas elípticas, com chaves e assinaturas bem menores. Provedores como Keycloak, Auth0 e Cognito assinam com RS256 por padrão.
Este gerador assina só com HMAC de propósito. Assinar RS256 ou ES256 exigiria colar uma chave privada no navegador, e chave privada não deve sair do servidor que emite os tokens. Para testar uma API que valida RS256, gere o token no próprio ambiente de homologação do provedor.
Como a assinatura HMAC é calculada
O gerador codifica o header e o payload em base64url, junta os dois com um ponto e calcula o HMAC desse texto com o secret. O resultado, também em base64url, vira a terceira parte do token. Por isso qualquer mudança no payload, até um espaço, gera uma assinatura diferente, e o backend recusa um token alterado sem conhecer o secret.
Tamanho do secret
A RFC 7518 pede que o secret tenha pelo menos o tamanho da saída do hash: 32 bytes para HS256, 48 para HS384 e 64 para HS512. Um secret como senha123 assina normalmente, mas pode ser descoberto por força bruta a partir de um token capturado. O botão Gerar aleatório cria um secret com o tamanho mínimo para o algoritmo escolhido.
Como enviar o token na requisição
A forma mais comum é o header Authorization com o prefixo Bearer. O botão Copiar Authorization já copia a linha pronta. No curl, fica assim:
curl -H "Authorization: Bearer SEU_TOKEN" https://api.homolog.exemplo.com/pedidosPerguntas Frequentes sobre o Gerador de JWT
Dúvidas comuns de quem gera tokens JWT para testes.